ANIVERSÁRIO DO PROFESSOR NA IMERSÃO O QUE EU VEJO EU CRIO

No último fim de semana, no dia 29 de março de 2026, o tempo pareceu desacelerar para dar lugar a algo maior: uma experiência viva, intensa e transformadora. No acolhedor Hotel Parati, a imersão “O que eu vejo, eu crio” não foi apenas um evento, foi um encontro de almas, propósitos e histórias entrelaçadas em um mesmo propósito de crescimento e celebração.

Ali, celebrava-se também a vida de Douglas Alves, que completava seus 39 anos rodeado por aquilo que realmente importa: sua família, seus amigos e todos aqueles que caminham ao seu lado em sua jornada. Sua mãe, irmãos, cunhadas e sobrinhos trouxeram o calor do lar. Do lado de sua esposa, Alessandra Gondim, estavam presentes a filha, os pais e o irmão, compondo um cenário de união que transbordava afeto.

Entre abraços e sorrisos, também marcaram presença nomes importantes dessa caminhada, como as treinadoras da Smart: Dalvenice, Maria Rita e seu marido, Cida Olivares e seu esposo, além de Leni. Cada um carregando consigo histórias, experiências e uma energia única que contribuía para aquele ambiente tão especial.

Os palestrantes enriqueceram ainda mais o encontro. Amanda, Rhina, João, também sócio e tantos outros convidados e clientes fizeram daquele momento um verdadeiro mosaico de aprendizados e conexões.

Ao longo do dia, cada instante parecia carregar um significado mais profundo. A proposta da imersão ganhava vida nos detalhes: nos olhares atentos, nas conversas sinceras, nas reflexões silenciosas. “O que eu vejo, eu crio” deixava de ser apenas uma frase e se tornava uma verdade pulsante no coração de todos os presentes.

Na hora do almoço, uma pausa deliciosa reuniu todos à mesa. O sabor da comida parecia acompanhar a leveza do momento, cada prato compartilhado era também uma forma de celebrar a vida, as conquistas e os sonhos que ainda estavam por vir. Risadas ecoavam, histórias eram contadas, e o tempo, por um instante, parecia simplesmente existir para ser vivido.

Mas foi na sobremesa que o momento mais marcante se revelou. Em meio à expectativa e ao brilho nos olhos, veio a notícia que tocou profundamente a todos: o professor seria pai. A emoção tomou conta do ambiente, como uma onda de alegria que não podia ser contida. E, como se já não bastasse, foi também revelado o sexo do bebê, arrancando vibrações, aplausos e comemorações daqueles que, entre palpites e expectativas, haviam acertado.

A alegria era contagiante, quase palpável. E ali, diante de tantos olhares emocionados, Douglas Alves revelava algo ainda mais bonito: sua essência. A cada presente aberto, seus olhos brilhavam como os de uma criança, encantados não pelo objeto em si, mas pelo amor que vinha junto com cada gesto.

Foi um dia que não se mede em horas, mas em sentimentos. Um capítulo vivo de uma história que continua sendo escrita com fé, propósito e amor. Porque, no fim, o que se viu ali foi mais do que uma celebração, foi a prova de que, quando se vê com o coração, cria-se uma realidade cheia de luz.

 

Enquanto o público vê luzes, sorrisos e momentos cuidadosamente preparados, há um universo silencioso que pulsa nos bastidores de uma imersão, um mundo onde o extraordinário nasce do esforço invisível. Antes mesmo que o primeiro participante chegue, já existem histórias sendo escritas com dedicação, renúncia e propósito.

Os dias que antecedem o evento não conhecem relógio. São noites que avançam madrugada adentro, com equipes alinhando cada detalhe, revisando listas, confirmando reservas, ajustando imprevistos. Treinadores atravessam cidades e estradas, muitas vezes chegando cansados de longas viagens, mas ainda assim dispostos a arregaçar as mangas e fazer o que precisa ser feito. Não há descanso quando o propósito chama.

Reservas de hotéis são conferidas, materiais organizados, cronogramas ajustados. E quando a noite chega, não significa pausa, pelo contrário. É nos encontros em restaurantes, entre uma refeição e outra, que acontecem os alinhamentos mais profundos. Em volta da mesa, não se compartilha apenas comida, mas visão, estratégia e união. Há paz, há alegria… e há também gratidão até mesmo pelos pratos simples, degustados quase como um banquete, porque ali existe propósito.

Mas nem tudo são flores. Há desafios que não aparecem nas fotos. Gráficas que atrasam, pedidos que vêm errados, correria para buscar o que falta. A montagem do espaço exige atenção a cada detalhe: bebidas organizadas, bolos posicionados, pães de queijo preparados, lembrancinhas embaladas uma a uma, muitas vezes até altas horas da noite, quando o corpo já pede descanso, mas o coração insiste em continuar.

E então vem a estrada. Longas viagens, cansaço acumulado, olhos atentos. Motoristas imprudentes, riscos constantes, momentos de tensão que exigem cuidado e fé. Há também as paradas inesperadas, restaurantes que encantam por fora, mas decepcionam por dentro. Ainda assim, a fome fala mais alto. Come-se, paga-se caro, respira-se fundo… e segue-se em frente, porque o destino é maior que qualquer desconforto.

Dormir tarde e acordar cedo se torna rotina. Às vezes, o hotel não colabora: água quente desligada, e o banho gelado vira mais um teste de resistência. E mesmo assim, no dia seguinte, todos estão de pé, prontos outra vez. Porque há algo que sustenta tudo isso: a força do coletivo.

A verdadeira beleza está na equipe. No riso compartilhado no meio do cansaço. No olhar de cumplicidade que diz “vai dar certo”. Na alegria genuína de trabalhar juntos por algo maior do que si mesmos. Cada um sabe que faz parte de algo que transforma vidas e isso dá sentido a cada esforço.

E quando finalmente chega o tão esperado “dia de folga”, surge a pergunta quase irônica: quem é que acorda às cinco da manhã em um domingo? A resposta talvez não esteja na lógica, mas no coração. Porque quem vive por propósito não mede esforço, mede impacto.

Os bastidores são, muitas vezes, invisíveis. Mas são eles que sustentam a grandeza do que é visto. São eles que revelam que, por trás de cada evento marcante, existem mãos cansadas, pés doloridos, noites mal dormidas e uma alma cheia de fé, movida pela certeza de que tudo vale a pena.

 

E enquanto tudo isso acontecia por aqui, correria, alinhamentos, montageme entrega, algo igualmente grandioso nascia do outro lado do oceano. Como se o propósito não conhecesse fronteiras, a imersão também ganhava vida em Madrid, marcando um novo capítulo: o início da expansão da Smart na Europa.

À frente desse desafio estava Nádia Amorim, carregando nos ombros não apenas a responsabilidade de um evento, mas o peso de um sonho. Não foi fácil. Antes mesmo do primeiro participante chegar, havia perguntas silenciosas ecoando no coração: “Será que vai dar certo?” “Será que estou pronta?” O medo, inevitável, caminhava lado a lado com a coragem.

O emocional estava à flor da pele. Cada detalhe parecia maior, cada decisão mais intensa. Mas havia algo ainda maior sustentando tudo aquilo: a fé. Orações foram feitas. Palavras de encorajamento cruzaram oceanos. Um grupo unido, mesmo à distância, confiava plenamente de que Deus estava à frente de tudo e essa certeza acalmava o coração.

E deu certo. Deu muito certo.

A imersão em Madrid não foi apenas um evento, foi um marco. Um começo repleto de aprendizados, experiências novas e a construção de algo que ainda crescerá muito. Ao final, não houve apenas aplausos, houve suspiros. Suspiros de alívio, de gratidão, de quem venceu uma batalha interna e externa ao mesmo tempo.

Mas por trás dessa conquista, houve também quem sustentasse tudo nos bastidores, em silêncio e com uma força admirável. Do Brasil, Elaine Souza se tornou ponte, apoio e base. Ela não esteve apenas presente, ela se multiplicou. Foi como se tivesse se dividido em duas, dando suporte tanto para a imersão no Brasil quanto para a que acontecia simultaneamente na Europa.

Trabalhou dobrado. Ou talvez mais que isso.

Entre mensagens, orientações, decisões rápidas e suporte emocional, ela esteve ali, firme, sustentando o que muitos nem sequer imaginam. E, ao final, veio o reconhecimento, não apenas em palavras, mas no sentimento coletivo de gratidão por alguém que realmente se entregou.

E essa entrega teve um preço.

Era domingo. Um dia que, para muitos, é reservado à família. Mas ali, mais uma vez, o propósito falou mais alto. Elaine Souza precisou deixar de lado momentos preciosos: um filho que veio de outra cidade, outro pequeno que também precisava de seu carinho. Ausências que doem, que marcam… mas que também revelam a profundidade de uma missão.

Porque no centro de tudo isso existe um chamado maior: resgatar uma alma para Deus por semana.

Não é apenas sobre eventos. Não é apenas sobre crescimento profissional. É sobre vidas.

Recentemente, soube-se de uma jovem que tirou a própria vida por não encontrar ajuda, por não ter alguém que a acolhesse a tempo. Uma dor silenciosa que ecoa e nos faz refletir. Em um mundo onde, em alguns lugares, a morte tem sido tratada como opção para quem já não quer viver, o que estamos construindo vai na contramão: é sobre oferecer esperança, direção e acolhimento.

É por isso que cada esforço vale. Cada noite sem dormir, cada lágrima contida, cada renúncia.

No fim de tudo, quando o silêncio chega e o corpo finalmente descansa, o que fica não é o cansaço, é aquele suspiro profundo de quem sabe que fez parte de algo maior. Algo que ultrapassa fronteiras, vence medos e, acima de tudo, toca vidas.

 

Ao longo da imersão, os bastidore e ali, cada palavra liberada parecia encontrar um lugar exato no coração de quem ouvia. Não eram apenas palestras; eram sementes sendo lançadas em solo fértil, carregadas de verdade, fé e direção.

Um dos temas mais marcantes foi a inteligência emocional, apresentada não como teoria distante, mas como prática de vida. Falou-se sobre sentimentos, reações, escolhas e sobre como muitas vezes carregamos, por anos, palavras que nos foram ditas e que criaram raízes de dor, insegurança e medo. Nesse momento, Douglas Alves conduziu algo profundamente especial. Ao som suave de um teclado, em meio a louvores, ele guiou os presentes por uma experiência de reflexão e libertação.

Era como se cada nota abrisse espaço para que memórias fossem revisitadas, não para ferir, mas para curar. Ele falou sobre deixar para trás as palavras torpes, os rótulos negativos, tudo aquilo que um dia tentou definir quem somos. Relembrou que somos frutos do Espírito Santo, e que nossa identidade não está no que disseram sobre nós, mas no que Deus declara a nosso respeito. A mensagem era clara: aquilo que vemos com fé, cremos; e aquilo que cremos, recebemos.

A Palavra também foi fundamento dessa construção. Ao mencionar Livro de Eclesiastes, trouxe à luz a reflexão de que nem sempre o mais rápido vence, nem o mais forte conquista, mas há um tempo e um propósito para todas as coisas. Isso trouxe descanso ao coração de muitos que se cobravam além do necessário.

 

Em seguida, o irmão de Alessandra Gondin, advogado e cristão, trouxe uma abordagem profunda sobre a nossa essência. Ele falou sobre o ser humano em sua totalidade: corpo, alma e espírito. Explicou como cada uma dessas partes precisa estar alinhada para que haja equilíbrio verdadeiro. Ao citar Segunda Epístola aos Coríntios e também o conhecido trecho de Salmo 23, reforçou a confiança em Deus como aquele que supre todas as necessidades. Já em Epístola aos Colossenses, destacou a importância de manter o pensamento nas coisas do alto, ajustando o coração àquilo que edifica.

Logo depois, João trouxe uma mensagem prática e direta. Falou sobre disciplina espiritual e organização. Ensinou que a Palavra de Deus não pode ser apenas algo que ouvimos, ela precisa estar inserida na rotina, na agenda, no dia a dia. Ao mencionar Apocalipse e Provérbios, destacou que a sabedoria e a obediência à Palavra trazem retorno, direção e proteção. Não como mágica, mas como consequência de uma vida alinhada com princípios.

Encerrando esse momento, Alessandra Gondin trouxe uma reflexão sensível e necessária: qual é o caminho que Deus quer para nós? Falou sobre a importância de nos especializarmos naquilo que amamos, de manter o foco e seguir adiante com constância. Questionou, de forma profunda, qual é a verdadeira motivação que nos faz levantar todos os dias.

Ela destacou que a paz não é algo que encontramos fora, mas algo que cultivamos dentro e que esse cultivo começa pela manhã, na presença de Deus. Buscar primeiro a Palavra, pedir direção ao Espírito Santo, permitir que Ele revele o que ainda precisa ser ajustado. Porque, muitas vezes, o que falta não é capacidade, mas alinhamento.

E assim, entre ensinamentos, versículos e experiências, ficou evidente que aquela imersão não tratava apenas de crescimento pessoal, mas de transformação espiritual. Um chamado para viver com propósito, fé e direção todos os dias.

 

E então, como um sopro de energia renovadora, tomou a palavra Rhina, vinda de Itumbiara, carregando consigo não apenas conhecimento, mas presença. Uma mulher exuberante, alegre, de inteligência afiada e uma força que não precisava ser anunciada, apenas sentida.

Sua fala foi direta, sem rodeios, como quem sabe exatamente onde quer tocar.

Logo no início, trouxe uma verdade que fez muitos refletirem: motivação passa. Aquela empolgação inicial, aquele entusiasmo que sentimos ao começar algo novo… ele não permanece o tempo todo. E então veio a pergunta que ecoou no ambiente: quanto estamos deixando de faturar, não apenas financeiramente, mas em sonhos, realizações e crescimento por falta de propósito?

O silêncio que se seguiu não era vazio. Era cheio de pensamento.

Ela conduziu os presentes a olharem para dentro. A entenderem que o verdadeiro combustível não é a motivação passageira, mas um propósito firme, enraizado, que sustenta mesmo nos dias difíceis. Encontrar esse propósito, segundo ela, é o que separa quem começa de quem continua.

Com firmeza e clareza, Rhina também falou sobre cortes necessários. Nem tudo que faz parte da nossa rotina contribui para o nosso crescimento. Há hábitos, pessoas, distrações e até pensamentos que precisam ser deixados para trás. Não por dureza, mas por consciência. Cortar o que não agrega é abrir espaço para o que realmente importa.

Mas sua mensagem não ficou apenas no campo da reflexão, ela trouxe direção prática. Incentivou a celebração das pequenas vitórias, aquelas que muitas vezes passam despercebidas, mas que constroem grandes resultados ao longo do tempo. Lembrou que reconhecer cada avanço é uma forma de fortalecer a própria caminhada.

Falou também sobre organização, um princípio simples, mas poderoso. Planejar a semana, visualizar compromissos, estabelecer prioridades. E, de forma muito prática, orientou algo que pode transformar a rotina: organizar o dia na noite anterior. Preparar-se antes de dormir é acordar já com direção.

Sua fala foi como um alinhamento interno, colocando ordem não apenas na agenda, mas na mente e no coração. Ao final, ficou a sensação de que não se tratava apenas de fazer mais, mas de fazer melhor. Com propósito, com foco e com intenção.

E assim, entre palavras firmes e cheias de vida, Rhina deixou mais do que ensinamentos, deixou um chamado à ação. Porque, no fim, não é sobre o que sentimos… é sobre o que decidimos sustentar todos os dias.

Na continuidade de sua fala firme e inspiradora, Rhina trouxe algo ainda mais prático, quase como um mapa, um guia para quem deseja sair da estagnação e caminhar com intenção.

 Não eram apenas dicas, mas princípios que, se vividos, transformam a rotina e reposicionam a vida.

Com clareza, ela apresentou seus pontos, um a um, como quem constrói uma base sólida:

Primeiro, corte os ruídos. Nem tudo merece a nossa atenção. Há excessos de informações, opiniões e distrações que nos afastam do essencial. Silenciar o que não edifica é o primeiro passo para ouvir o que realmente importa.

Depois, planeje com leveza. Organização não precisa ser peso. Pelo contrário, quando feita com sabedoria, ela traz paz. Planejar é cuidar do futuro com carinho, sem ansiedade, mas com intenção.

Em seguida, faça networking estratégico. Relacionamentos são pontes. Estar perto de pessoas certas, que somam, que inspiram e que caminham na mesma direção, faz toda a diferença na jornada.

O quarto ponto veio como um lembrete essencial: cuide de si antes de tudo. Não há produtividade que sustente uma mente cansada ou um coração sobrecarregado. Cuidar de si não é egoísmo, é necessidade.

Então, ela trouxe um alerta atual: faça um detox digital. Em um mundo hiperconectado, desligar-se por momentos é um ato de saúde. Reduzir o excesso de telas, filtrar conteúdos, escolher melhor o que se consome.

Falou também sobre algo simples, mas poderoso: pausas conscientes. Parar não é perder tempo, é recuperar energia, clareza e foco. Quem sabe pausar, sabe continuar melhor.

E então, um convite à disciplina: crie um ritual de foco. Um hábito, um ambiente, um horário… algo que sinalize para a mente que é hora de produzir, de se concentrar, de avançar.

Mas tudo isso precisa estar conectado a algo maior. Por isso, ela reforçou: conecte tudo ao seu propósito. Sem propósito, até a melhor estratégia se perde. Com propósito, até os passos pequenos ganham sentido.

E, com firmeza, trouxe um ponto extremamente atual: pare de ignorar a inteligência artificial, precisamos dela. Não como substituta, mas como ferramenta. Quem aprende a usá-la, amplia possibilidades, ganha tempo e se posiciona melhor no presente e no futuro.

Por fim, sua voz carregou autoridade ao dizer: posicione-se, seja o melhor e marque presença. Não há mais espaço para quem se esconde. É preciso assumir o lugar, mostrar valor, fazer-se visível com consistência e verdade.

Ao concluir, Rhina não deixou apenas uma lista, deixou um direcionamento claro. Um chamado para sair do automático e viver com intenção. Porque, no fim, não é sobre fazer tudo… é sobre fazer o que realmente importa, da forma certa.

 
 

E então, como um brilho que ilumina e ao mesmo tempo aquece, subiu ao palco Amanda. Sua presença carregava autoridade, mas também leveza. Não era apenas o reconhecimento por ter sido destaque em uma grande revista que chamava atenção, era a profundidade de suas palavras, a verdade que transbordava em cada frase.

Ela começou pelo princípio de tudo: ter clareza de quem somos. E ali, fez o público refletir sobre identidade. Quem somos quando o silêncio chega? Quem somos longe dos rótulos, dos cargos, das opiniões alheias? Ela destacou que muitos vivem uma vida inteira sem responder essa pergunta, e por isso se perdem facilmente. Ter clareza de identidade é como ter uma raiz profunda, é o que nos mantém firmes mesmo diante das tempestades.

Em seguida, trouxe um ponto ainda mais elevado: para que fomos criados. Não estamos aqui por acaso. Existe um propósito, um chamado, algo único que cada pessoa carrega. Descobrir isso é como acender uma luz interior. Quando entendemos nossa razão de existir, a vida deixa de ser confusa e passa a ter direção. Cada passo ganha significado.

Então, reforçou: foque no seu propósito. Em um mundo cheio de distrações, manter o foco é um ato de coragem. Há muitas vozes tentando nos desviar, muitas oportunidades que, na verdade, são apenas atalhos vazios. Focar no propósito é dizer “não” para o que não está alinhado, mesmo quando parece bom. É escolher o que é certo, não apenas o que é fácil.

Logo depois, veio um alerta necessário: não perca tempo com coisas insignificantes. Quantas horas são desperdiçadas com preocupações pequenas, comparações, redes sociais sem direção, conversas que não edificam? Ela falou sobre o valor do tempo, um recurso que não volta. Viver com sabedoria é aprender a selecionar onde colocamos nossa energia. O que não soma, precisa ser deixado para trás.

E então, com um sorriso firme e um olhar cheio de convicção, ela declarou: decida ser feliz. A felicidade, segundo ela, não é apenas um sentimento que vem e vai, é uma decisão diária. Mesmo em meio às dificuldades, é possível escolher olhar com fé, com gratidão, com esperança. Não se trata de ignorar problemas, mas de não permitir que eles definam o nosso estado interior.

Ela compartilhou também uma regra simples, mas poderosa para o dia a dia: entregar tudo nas mãos de Deus. Deixar que Ele guie, direcione, mostre o caminho. Começar o dia com essa entrega muda tudo. Tira o peso, acalma a mente, fortalece o coração. Quando Deus está no controle, há paz, mesmo quando ainda não há respostas.

Esse momento foi mais do que uma palestra, foi um alinhamento de vida. Palavras que não apenas informaram, mas tocaram, despertaram e reposicionaram.

E, para encerrar, Amanda deixou uma declaração que ecoou como um decreto, quase uma identidade assumida:

“Eu sou uma mulher de tudo resolvida. Tudo o que eu coloco a mão, floresce.”

E naquele instante, muitos entenderam que não era apenas uma frase, era uma escolha de vida.

E assim, após tantas palavras, emoções e aprendizados, a imersão caminhava para o seu encerramento, mas não sem antes marcar, de forma simbólica e inesquecível, cada pessoa que esteve presente.

A entrega dos certificados foi um momento de honra. Não eram apenas papéis, mas representações de uma jornada vivida, de decisões tomadas, de passos dados em direção a algo maior. Cada nome chamado carregava uma história, um antes e um depois.

Pouco a pouco, as famílias foram se despedindo, levando consigo memórias, abraços e a certeza de terem participado de algo especial. O ambiente, então, se transformou. Permaneceram os treinadores, os alunos, alguns clientes e patrocinadores, aqueles que ainda desejavam prolongar aquele tempo tão precioso.

Em um canto, Douglas Alves se dedicava, com atenção e carinho, a cada pessoa que se aproximava. Não era apenas uma conversa, era um encontro. Uma palavra direcionada, um conselho, uma escuta atenta. Enquanto isso, ao redor, o clima era leve e acolhedor.

Um delicioso café era servido, e entre um gole e outro, nasciam conexões. Conversas fluíam naturalmente, risadas surgiam, experiências eram compartilhadas. Era o networking acontecendo de forma genuína, troca de telefones, perfis de Instagram, contatos que talvez se tornariam parcerias, amizades ou até caminhos transformadores.

Havia também o registro de tudo isso: fotos sendo tiradas, sorrisos largos, abraços apertados. Momentos que, mais tarde, seriam lembrados com saudade e gratidão.

E enquanto muitos ainda viviam esse clima de celebração, nos bastidores, as chamadas “smartetes” já estavam em ação. Com dedicação silenciosa, organizavam o espaço, recolhiam materiais, separavam o que era do local e o que precisava ser levado. Cada detalhe sendo cuidado com responsabilidade e zelo.

Ao chegar ao local de apoio, vinha mais uma etapa: descarregar tudo, conferir item por item, garantir que nada tivesse sido esquecido. Um olhar atento, mesmo com o cansaço já presente no corpo. Porta fechada, missão cumprida.

E então, finalmente, o retorno ao hotel.

Ali, o descanso não era apenas físico, era um descanso da alma. Dormir o “sono dos anjos”, como dizem, depois de dias intensos, cheios de entrega, trabalho e propósito.

Mas o ciclo ainda não estava totalmente encerrado. No dia seguinte, ainda cedo, todos se levantavam mais uma vez para alinhar os últimos pontos da imersão. Ajustes finais, conversas, fechamento com consciência de dever cumprido.

E então, cada um seguia o seu caminho, retornando para sua cidade, sua rotina, mas não da mesma forma que chegou.

Levavam consigo um coração cheio de amor, paz e gratidão a Deus. Gratidão pelas conexões, pelos aprendizados, pelas experiências vividas. E, acima de tudo, pela certeza de que tudo aquilo não foi em vão.

Porque quando há propósito, cada esforço floresce em alegria. E cada despedida carrega, na verdade, um novo começo.

 

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